Estamos entrando na 4ª onda da educação que dá ênfase à mídia eletrônica, o computador, os elementos tecnológicos de forma geral. E é essa busca incessante por tecnologias, que tem afastado o homem do convívio com a terra, gerando grandes problemas ambientais dentre eles as queimadas, poluição, enchentes dentre outros.
Nessa assertiva, surge a educação ambiental, com um modelo de abrangência da educação convencional, entrelaçando os conhecimentos ecológicos com os interesses da vida urbana, fomentando um convívio mais equilibrado entre o homem e os recursos naturais.
O mundo alerta! Clama! Por alternativas de uma educação mais sustentável, que respeite as diferentes culturas, línguas, etnias, religiões, filosofias e busque no seu próprio contexto e na sua própria diferença um alicerce que possibilite caminhar sem gerar agressões ao ecossistema que vive. Por que será que somos os únicos animais que destroem o ambiente em que vivem? Que tal não jogar o lixo no chão? E nem pela janela do carro? Atitudes básicas, como esta, podem ajudar um ecossistema em risco.
Vale ressaltar, que em muitas escolas, esse tipo de educação vem ganhando um caráter bem ecopedagógico, através da conscientização crítica e inovadora por uma educação sustentável, quebrando até mesmo as barreiras do ambiente escolar, se propagando por toda comunidade.
Países como, Dinamarca e Reino Unido, já vem colhendo frutos positivos através de campanhas ecológicas, diminuindo o consumo de energia e aumentando o uso de tecnologias renováveis. É dessa forma que as potências mundiais estão investindo em seus países, investindo justamente na consciência ecológica.
Sem dúvida, esse é o caminho que precisamos seguir!
Por Fernando Landulfo-estudante de eng.ambiental e Fabiana Kauark- doutoranda em educação
quinta-feira, 8 de abril de 2010
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BOA FERNANDINHO! APOIADO! rs
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