quarta-feira, 26 de outubro de 2011

EM BUSCA A UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE


Debater a educação no Brasil é sempre interessante, ambíguo e talvez paradoxal. Vivemos sobre conceitos e deveres bem longe da realidade atual das escolas e dos alunos que habitam o universo escolar. Os educadores lutam contra a malemolência governamental que assola todos os segmentos educacionais, principalmente quando se fala no campo da educação básica. Encontra-se nas escolas resistências por alguns que deveriam ser facilitadores de uma boa e nova educação de qualidade, pregados eles no legado do ensino pouco questionador e muito pouco formador de senso crítico. Aqueles educadores que por ventura driblam esse legado, muitas vezes encontram no ambiente escolar entrave imposto pelo próprio sistema educacional, que nos faz pensar que foi criado para dar errado. No meio desse burburinho de informações, estão nossos sofridos alunos,sendo vitimados por erros que não cometeram,pagando o preço de morar num país em que educação pode ficar em segundo, terceiro ou quem sabe em quarto plano. Por essa razão eventos vocacionados nas áreas dos conhecimentos devem ser cada vez mais estimulados, no dever de debater a realidade educacional e propor novas mudanças no modelo atual. Unindo escola-universidade numa forma não preconceituosa, mas sim intercambiando o conhecimento, levando a todos a possibilidade de uma boa formação. Assim poderemos formar educadores mais preparados e mais engajados na busca de uma educação de melhor qualidade.

Por Fernando Landulfo

segunda-feira, 4 de abril de 2011

QUAL O FUTURO JAPONÊS?


Todos os dias os meios de comunicação debatem esta pergunta, mas pouco se sabe qual realmente o futuro do povo japonês. O Japão foi arrasado essa é única certeza que temos. No momento a recessão econômica assola todos os setores da economia, o racionamento de alimentos já é uma realidade. Entretanto no meio desse turbilhão de informação surgem brechas do legado que o japonês carrega inerente do seu berço. O poder de reviver, de renovação e por que não falar em reconstrução. Especialistas até hoje buscam resposta para entender onde o povo japonês encontra tanta força para se desenterrarem dos escombros que a centenas de anos insistem em cair em suas cabeças. E a resposta cada vez mais se aproxima da palavra ZEN. Não o ser zen que estamos acostumados a ouvir.Mas o profundo sentido da palavra...

“Tudo na vida é parte de um todo interdependente. Se eu não escrevesse, não haveria você para ler. Sem alimentação diária, não haveria eu para escrever. Sem o sol, não haveria alimentação. Sem todas as forças fundamentais do universo, não haveria sol. Através de uma vasta rede de conexões tudo está ligado a tudo. Coisas separadas só existem em relação ao todo. Em si mesma elas não têm existência independente. Nós vivemos as coisas como se fossem separadas por que pensamos nelas separadas. Mas quando a mente está silenciosa, a realidade é vivida como vazia de toda a separação. Não eu. Não você. Não uma coisa. Isto é ZEN.”

TIMOTHY FREKE-In zen-palavra básica

É nesse ideal que povo japonês encontra forças para ressurgirem das cinzas.
Não será mais um escombro pesado que irá apagar a luz que a terra do sol nascente têm.

Força Japão!


                                                                                                                 Por Fernando Landulfo