Estamos entrando na 4ª onda da educação que dá ênfase à mídia eletrônica, o computador, os elementos tecnológicos de forma geral. E é essa busca incessante por tecnologias, que tem afastado o homem do convívio com a terra, gerando grandes problemas ambientais dentre eles as queimadas, poluição, enchentes dentre outros.
Nessa assertiva, surge a educação ambiental, com um modelo de abrangência da educação convencional, entrelaçando os conhecimentos ecológicos com os interesses da vida urbana, fomentando um convívio mais equilibrado entre o homem e os recursos naturais.
O mundo alerta! Clama! Por alternativas de uma educação mais sustentável, que respeite as diferentes culturas, línguas, etnias, religiões, filosofias e busque no seu próprio contexto e na sua própria diferença um alicerce que possibilite caminhar sem gerar agressões ao ecossistema que vive. Por que será que somos os únicos animais que destroem o ambiente em que vivem? Que tal não jogar o lixo no chão? E nem pela janela do carro? Atitudes básicas, como esta, podem ajudar um ecossistema em risco.
Vale ressaltar, que em muitas escolas, esse tipo de educação vem ganhando um caráter bem ecopedagógico, através da conscientização crítica e inovadora por uma educação sustentável, quebrando até mesmo as barreiras do ambiente escolar, se propagando por toda comunidade.
Países como, Dinamarca e Reino Unido, já vem colhendo frutos positivos através de campanhas ecológicas, diminuindo o consumo de energia e aumentando o uso de tecnologias renováveis. É dessa forma que as potências mundiais estão investindo em seus países, investindo justamente na consciência ecológica.
Sem dúvida, esse é o caminho que precisamos seguir!
Por Fernando Landulfo-estudante de eng.ambiental e Fabiana Kauark- doutoranda em educação
quinta-feira, 8 de abril de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Morcegos... Um vilão?
Não é novidade que a presença dos morcegos incomode a maioria das pessoas. Partindo de pressuposto vou abordar e esclarecer alguns pontos sobre esse mamífero e o que pode ser feito para evitar tais incômodos.
O desequilíbrio ambiental cada vez mais vem aproximando os animais silvestres das cidades. E com os morcegos não é diferente. Aproveitando as falhas arquitetônicas das residências,galpões e etc, transformam esses lugares em habitats perfeitos para sua reprodução, causando um grande conflito entre o homem e essa criatura. Todavia o que a maioria das pessoas não sabe é que o morcego não se trata de uma praga, mas sim de um animal silvestre protegido pela lei de proteção a fauna (5.197). Sendo protegidos assim pela sua grande importância na natureza, desde a sua função polinizadora até ao controle biológico que fazem. Um morcego que se alimenta de insetos chega a comer de 600 a 1000 pernilongos numa noite.
Mas e a lenda de que eles são vampiros chupadores de sangue?
Dentre as quase 1000 espécies de morcegos existentes no planeta apenas 03 espécies se alimentam de sangue, sendo que apenas 01 espécie se alimenta de sangue de outros mamíferos. Entretanto mesmo esclarecendo um pouco sobre os morcegos é normal que as pessoas tenham medo desses animais. Mas e então, o que fazer para mantê-los fora da minha casa?
Segue aqui algumas dicas:
1º Analise o problema arquitetônico da sua residência, os locais por onde os morcegos entram.
2º Chame um profissional da área(ibama/zoonoses) para espantá-los ou remove-los, para depois então iniciar a vedação dos lugares que servem de entrada.
3º Utilize telhas de vidro para aumentar a luminosidade do local.
4º Não tente remove-los por conta própria, pois o contato com as fezes do morcego pode causar doença e sua mordida pode levar a raiva.
5º Não utilize inseticidas contra morcegos, pois como já foi dito são protegidos por lei, alem de que não ira solucionar o problema.
6º Existem alguns repelentes que afugentam os morcegos, todavia em algum tempo depois eles podem retornar.
O desequilíbrio ambiental cada vez mais vem aproximando os animais silvestres das cidades. E com os morcegos não é diferente. Aproveitando as falhas arquitetônicas das residências,galpões e etc, transformam esses lugares em habitats perfeitos para sua reprodução, causando um grande conflito entre o homem e essa criatura. Todavia o que a maioria das pessoas não sabe é que o morcego não se trata de uma praga, mas sim de um animal silvestre protegido pela lei de proteção a fauna (5.197). Sendo protegidos assim pela sua grande importância na natureza, desde a sua função polinizadora até ao controle biológico que fazem. Um morcego que se alimenta de insetos chega a comer de 600 a 1000 pernilongos numa noite.
Mas e a lenda de que eles são vampiros chupadores de sangue?
Dentre as quase 1000 espécies de morcegos existentes no planeta apenas 03 espécies se alimentam de sangue, sendo que apenas 01 espécie se alimenta de sangue de outros mamíferos. Entretanto mesmo esclarecendo um pouco sobre os morcegos é normal que as pessoas tenham medo desses animais. Mas e então, o que fazer para mantê-los fora da minha casa?
Segue aqui algumas dicas:
1º Analise o problema arquitetônico da sua residência, os locais por onde os morcegos entram.
2º Chame um profissional da área(ibama/zoonoses) para espantá-los ou remove-los, para depois então iniciar a vedação dos lugares que servem de entrada.
3º Utilize telhas de vidro para aumentar a luminosidade do local.
4º Não tente remove-los por conta própria, pois o contato com as fezes do morcego pode causar doença e sua mordida pode levar a raiva.
5º Não utilize inseticidas contra morcegos, pois como já foi dito são protegidos por lei, alem de que não ira solucionar o problema.
6º Existem alguns repelentes que afugentam os morcegos, todavia em algum tempo depois eles podem retornar.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Uma verdade conveniente!
Morar no Brasil é um privilégio... Terra de misturas culturais, belas paisagens, clima tropical...
Mas e o Desaparecimento dos corais? O derretimento das calotas polares? A extinção da biodiversidade?
Isso são assuntos que boa parte dos brasileiros não se preocupa, o que se vê nos meios de comunicação para muitos é desconhecido e sendo do outro lado do mundo pouco importa.
Um dia desses recriminei um amigo por ter jogado lixo na rua, sabe o que ele me disse? Não vou mudar o mundo!E realmente somos criados com essa mentalidade. Vivemos numa cultura que se acostumou ao erro. Não acreditamos que sozinho podemos trazer mudanças numa sociedade.
Já se perguntou o por que disso? Sem dúvida boa parte para essa explicação esta na educação precária deste país, que pouco investe na formação de educacional, não se preocupa em formar pessoas com senso critico, capazes de questionar e compreender situações ligadas ao bem estar mundial. Até o meio televisivo deixa muito a desejar no que diz conhecimento geográfico, histórico e etc. Quase que não se tem acesso livre a canais específicos nesses aspectos e pra piorar ainda, ocupam espaço com canais que pouco acrescentam em termos culturais. Países de primeiro mundo e até de segundo mundo já possibilitam uma serie de canais que aqui são fechados, servindo como uma ótima fonte educativa para crianças, adolescentes e adultos.
Precisamos fugir dessa ignorância que nos foi legada e parar para pensar que mundo iremos deixar para as futuras gerações. Com certeza um questionamento desses será um importante passo para perceber-mos atos impensados como jogar lixo no chão. É dessa forma que precisamos nos direcionar!
Mas e o Desaparecimento dos corais? O derretimento das calotas polares? A extinção da biodiversidade?
Isso são assuntos que boa parte dos brasileiros não se preocupa, o que se vê nos meios de comunicação para muitos é desconhecido e sendo do outro lado do mundo pouco importa.
Um dia desses recriminei um amigo por ter jogado lixo na rua, sabe o que ele me disse? Não vou mudar o mundo!E realmente somos criados com essa mentalidade. Vivemos numa cultura que se acostumou ao erro. Não acreditamos que sozinho podemos trazer mudanças numa sociedade.
Já se perguntou o por que disso? Sem dúvida boa parte para essa explicação esta na educação precária deste país, que pouco investe na formação de educacional, não se preocupa em formar pessoas com senso critico, capazes de questionar e compreender situações ligadas ao bem estar mundial. Até o meio televisivo deixa muito a desejar no que diz conhecimento geográfico, histórico e etc. Quase que não se tem acesso livre a canais específicos nesses aspectos e pra piorar ainda, ocupam espaço com canais que pouco acrescentam em termos culturais. Países de primeiro mundo e até de segundo mundo já possibilitam uma serie de canais que aqui são fechados, servindo como uma ótima fonte educativa para crianças, adolescentes e adultos.
Precisamos fugir dessa ignorância que nos foi legada e parar para pensar que mundo iremos deixar para as futuras gerações. Com certeza um questionamento desses será um importante passo para perceber-mos atos impensados como jogar lixo no chão. É dessa forma que precisamos nos direcionar!
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Por que usar sacolas retornáveis?
Já parou para imaginar quantas sacolas plásticas usamos num dia? É sacolas para compras de mercado, padaria, frigorífico... Sem dúvidas usamos sacolas plásticas o dia todo. Diante dessa realidade devemos abrir os olhos e nos perguntar qual o final dessas sacolinhas. Com certeza não é o melhor... Grande parte dessas sacolas não é reciclada levando até 400 anos na natureza para se decompor, poluindo rios, mares, florestas e até mesmos as ruas da cidade.
Mas será que podemos fazer algo para mudar essa realidade? É nesse contexto que surgiram as sacolas retornáveis. As mesmas apresentam alta durabilidade e chegam a retirar do ambiente ao ano de 300 a 700 sacolas plásticas. Um forte exemplo é a cidade do Rio de Janeiro que aprovou uma lei que obriga aos grandes supermercados a substituírem as sacolas convencionais por retornáveis até o final do ano.Muitas empresas também estão presenteando seus clientes com essas sacolas. É em iniciativas como essas que devemos nos espelhar e começar-mos a mudar hábitos desnecessários, só assim aos poucos iremos fazer diferença numa conscientização global. O mundo agradece!
Por Fernando Landulfo
Mas será que podemos fazer algo para mudar essa realidade? É nesse contexto que surgiram as sacolas retornáveis. As mesmas apresentam alta durabilidade e chegam a retirar do ambiente ao ano de 300 a 700 sacolas plásticas. Um forte exemplo é a cidade do Rio de Janeiro que aprovou uma lei que obriga aos grandes supermercados a substituírem as sacolas convencionais por retornáveis até o final do ano.Muitas empresas também estão presenteando seus clientes com essas sacolas. É em iniciativas como essas que devemos nos espelhar e começar-mos a mudar hábitos desnecessários, só assim aos poucos iremos fazer diferença numa conscientização global. O mundo agradece!
Por Fernando Landulfo
terça-feira, 25 de agosto de 2009
A moradia do futuro!

Já imaginou morar numa casa ecológica?
Em que se aproveita a água da chuva, utiliza energia do sol, energia dos ventos...Pois isso já é uma realidade no contexto atual.Não é difícil observar que os recursos naturais estão diminuindo e que a tendência é o aproveito sustentável desses recursos. Foi pensando assim que surgiram as casas ecológicas ou ambientais.Partindo desse pressuposto foi analisado que existe muita energia na natureza que pode ser aproveitada e transformada em potencial elétrico.É só imaginar quanta energia é produzida pelo sol diariamente.Sem falar na energia eólica(ventos), e nas águas da chuva. Imaginou? Pois é! E o melhor é que essas energias são renováveis e quase não agride o meio ambiente.
O problema é que ainda existe um afastamento dessas tecnologias ao uso da população, é o alto preço que se paga por essas tecnologias. Mas sem dúvida, daqui alguns anos isso vai mudar, ate porque será mais negócio instalar essas tecnologias a pagar pelos altos aumentos nas contas, devido a escassez de tais recursos naturais. Será um novo pensar para humanidade!
Por Fernando Landulfo
O problema é que ainda existe um afastamento dessas tecnologias ao uso da população, é o alto preço que se paga por essas tecnologias. Mas sem dúvida, daqui alguns anos isso vai mudar, ate porque será mais negócio instalar essas tecnologias a pagar pelos altos aumentos nas contas, devido a escassez de tais recursos naturais. Será um novo pensar para humanidade!
Por Fernando Landulfo
terça-feira, 4 de agosto de 2009
A criação do PORTO SUL e os dois lados da moeda!

O litoral norte de ilhéus passa por um momento de muitas negociações, com a criação do porto sul na Ponta da Tulha entre Ilhéus e Itacaré, muito pode se modificar no contexto regional. Partindo dessa realidade vamos destacar o pontos debatidos nessa problemática.
Com a criação do porto, a escoação de minérios vindo da jazida de ferro de caetité será muito facilitada, a BAMIM(empresa responsável pela exploração dos minérios) e o governo estadual irão lucrar, empregos serão gerados, sem dúvida muito desenvolvimento para região. Mas o que contradiz todos esses aspectos positivos é a questão ambiental. Sabemos que a localização que se pretende implantar o porto encontra-se dentro da área de preservação da lagoa encantada, uma área que preserva muitas espécies da fauna e da flora quase extinta na mata atlântica. Além do mais as mudanças que a costa podem sofrer são imensas, como avanço do mar, poluição da água...Outro fator negativo e não menos importante é a distribuição do lucros gerados que pouco fica na região, ate porque o capital da BAMIN é estrangeiro. Diante de toda essa realidade não podemos analisar somente o desenvolvimento financeiro da região, mas sim todo o contexto que envolve a mesma. Porque pensar dessa forma é arriscar um litoral tão exuberante e tão rico na biodiversidade.É colocar em risco o turismo que sustenta as comunidades locais. Por isso devemos nos informar mais sobre esse assunto e dá nossa contribuição para que possamos manter nosso ecossistema vivo.
Por Fernando Landulfo
Para onde vai lixo que sai da sua casa?

Todos os dias produzimos uma certa quantidade de lixo, certo? Mas já parou para pensar onde todo esse lixo vai parar? Estima-se que diariamente é produzido no Brasil 130 mil toneladas de resíduos domiciliares, por ano são 47,5 milhões de toneladas.
O problema está no destino que se é dado a maioria desses resíduos, parando em lixões e em aterramentos sanitários sem estrutura.
Partindo dessa realidade não sem tem outra alternativa a não ser reciclar. Com o método da reciclagem sem obtém principalmente dois aspectos positivos: o 1º é a reutilização de resíduos que não seriam aproveitados
e o 2º é a geração de empregos com a reciclagem. Curitiba é um forte exemplo de como a reciclagem deu certo, reduzindo significavelmente o acúmulo de lixo na cidade.
Sabemos também que o hábito de reciclar ainda passa muito longe do nosso cotidiano, e precisa ainda ser ingerida pela população, mas o que não podemos é nos acomodar junto com esse montante de lixo que cresce sem parar. Mas é mudando alguns hábitos rotineiros que iremos conseguir ao longo do tempo contribuir para uma melhor qualidade de vida. Pode ser utópico, mas sem dúvida ainda é a melhor maneira para se salvar o que ainda tem.
Segue aqui algumas dicas:
Separar o lixo para reciclagem;
Economize no papel, utilize o outro lado do papel para anotações ou fazer rascunhos;
Roupas usadas podem ser dadas a outras pessoas ou a bazares de caridade;
Brinquedos velhos, livros e jogos que você não quer mais podem ser aproveitados por outros portanto, não os jogue fora.
Faça a sua parte!
O problema está no destino que se é dado a maioria desses resíduos, parando em lixões e em aterramentos sanitários sem estrutura.
Partindo dessa realidade não sem tem outra alternativa a não ser reciclar. Com o método da reciclagem sem obtém principalmente dois aspectos positivos: o 1º é a reutilização de resíduos que não seriam aproveitados
e o 2º é a geração de empregos com a reciclagem. Curitiba é um forte exemplo de como a reciclagem deu certo, reduzindo significavelmente o acúmulo de lixo na cidade.
Sabemos também que o hábito de reciclar ainda passa muito longe do nosso cotidiano, e precisa ainda ser ingerida pela população, mas o que não podemos é nos acomodar junto com esse montante de lixo que cresce sem parar. Mas é mudando alguns hábitos rotineiros que iremos conseguir ao longo do tempo contribuir para uma melhor qualidade de vida. Pode ser utópico, mas sem dúvida ainda é a melhor maneira para se salvar o que ainda tem.
Segue aqui algumas dicas:
Separar o lixo para reciclagem;
Economize no papel, utilize o outro lado do papel para anotações ou fazer rascunhos;
Roupas usadas podem ser dadas a outras pessoas ou a bazares de caridade;
Brinquedos velhos, livros e jogos que você não quer mais podem ser aproveitados por outros portanto, não os jogue fora.
Faça a sua parte!
Por Fernando Landulfo
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